É um processo avançado de coleta e produção de dados geoespaciais que envolve a captura sistemática de imagens aéreas de uma área específica da superfície terrestre. Essas imagens são obtidas por meio de aeronaves equipadas com câmeras fotogramétricas de alta resolução ou sensores de imagem especializados, capazes de registrar com grande precisão os detalhes do terreno, da infraestrutura urbana e das características naturais da paisagem.
Durante o voo, as imagens são capturadas com sobreposição planejada entre si, permitindo a aplicação de técnicas de fotogrametria digital para a reconstrução tridimensional do terreno e das estruturas presentes na área mapeada. A partir desse processamento, é possível gerar produtos cartográficos de alta precisão, como ortofotos, modelos digitais de terreno (MDT), modelos digitais de superfície (MDS), nuvens de pontos e outros insumos essenciais para análise territorial.
Esses dados constituem uma base fundamental para diversas aplicações, incluindo planejamento urbano, cadastro técnico multifinalitário (CTM), monitoramento ambiental, gestão de infraestrutura, regularização fundiária e desenvolvimento de sistemas de informação geográfica.
Ao transformar imagens aéreas em informação cartográfica confiável, o aerolevantamento fotogramétrico permite uma compreensão detalhada do território, apoiando decisões estratégicas e promovendo uma gestão pública mais eficiente e baseada em dados.

Indica que a AEROCARTA atende aos mais altos padrões de segurança e integridade necessários para operar no espaço aéreo brasileiro. Isso é crucial, uma vez que o aerolevantamento pode envolver a coleta de dados sensíveis e a realização de voos em áreas críticas, como fronteiras e instalações militares.
É requisito legal para realizar aerolevantamento em áreas específicas do território nacional. Empresas que não possuem essa classificação podem não apenas enfrentar problemas legais, mas também enfrentar dificuldades para obter autorizações para voos.